Eu
estava sentado no sofá, vendo filme que a princípio achei bobo, mas não sei
porque atraiu minha atenção, atraiu muito. Quase não percebi Aline, esmorecida,
parada do lado da televisão, implorando por doce: “Amor, acho que estou
entrando em abstinência, faz muito tempo que não como doce, preciso de doce...”
– implorava.
Inacreditável!
Não por ela querer doce, mas o contrário. Fazia mais de uma semana que Aline
cumpria, à risca, dieta a qual havia se comprometido fazer: cortou tudo que é
bom e prazeroso na boa culinária rica em açúcares e carboidratos. Cativou minha
felicidade, fiquei satisfeito.
Achei
justo atender a vontade dela. Fui a Araújo comprar chocolate – meio amargo,
claro – afim de que ela se deliciasse, mas com consciência. Até aquele momento
eu não havia dado crédito ao seu desejo de fazer uma reeducação alimentar,
senti que devia me envolver mais para ver o resultado.
A
iniciativa de minha esposa, que eu acreditava (confesso) acabar antes mesmo de
começar, está ganhando força e precisa de incentivo. Dessa forma, assim como a
relação que tive com o filme que eu assistia, antes definindo-o bobo, depois
curioso, resolvi ir além do que simplesmente dar gratificação por um esforço
empenhado.
A
maneira que encontrei para apoiá-la e fazer com que ela mesma seja testemunha
de suas conquistas diárias, foi criar esse blog, para que post sempre que
possível suas conquistas e evolução.
Inspire-se
em você mesma, amor. Supere-se!